terça-feira, 26 de julho de 2011

100 MOTOCICLISTAS

BASTA! Acidentes com moto matam 100 este ano.
Assim foi a chamada da manchete do jornal  "aTRIBUNA" do dia 25 de julho de 2011.




No ano de 2010 foram contabilizados 4.508 acidentes. Sendo 3 mil com vítimas das quais 82  fatais. Segundo o Batalhão de Trânsito do Estado do ES.


Ainda estamos no mês de julho e já somou, segundo o jornal, 100 mortos. 


Os médicos socorristas relatam que atendem até 20 acidentes por plantão.


Já no Estado de São Paulo, o número de motociclista que morreram no trânsito em 2010 de 478 vítimas segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego - CET. 


Nas terras dos pampas já são mais de 150 mortos nos primeiros seis meses do ano.
Segundo o zerohora.com e a rádio Gaúcha, até as 12h do dia 30 de junho de 2011 foram 154 vítimas fatais.
Um número que representa 25 mortes por mês.




O zerohora.com mantem um mapa atualizado sobre cada ocorrência; local, data e hora dos acidentes e que hoje, dia 26/07/2011  já relata 776 vítimas.



Educação é a base e comportamento é tudo. 
Todo problema  relacionado a imprudência e negligencia no trânsito está relacionado com a sensação de impunidade.




Fontes:
  G1
zerohora
Mapa das ocorrência

sexta-feira, 22 de julho de 2011

MOTOCICLETAS.

É rápida, econômica, bonita, atraente e chegou para ficar.
Não há como correr desta realidade. MOTOCICLETAS, MOTONETAS E CICLOMOTORES estão em toda parte e a cada dia aumenta mais.
Quem deseja, mobilidade, economia, e ainda fugir dos engarrafamentos; com certeza irá render-se a um veículo de duas rodas. Apesar do perigo constante.
  
Mas, com tudo isso que nos proporciona pilotar uma moto, acabamos por esparrar nos problemas causados pelos grandes centros urbanos. os lugares de estacionamento. Nem mesmo pra ela que são tão compactas, ficam de fora e podem tornar-se um infrator por conta de não haver um local para estácionar. 


É necessário medidas urgentes que viabilize não só a circulação, mas, o estacionamento. Pois, em sua maioria, são  mototaxistas ou motofretistas (motoboy) que estão prestando serviços remunerados.


Um exemplo são estas fotos na Rua General Ozório, no centro de Vitória, tiradas por um motociclista, que estava fazendo uma entrega e enviou para ser postada aqui.


Onde deveria ter 3(três) motocicletas  tem 10(dez) e onde deveria ter 10 (dez) motocicletas tem 20 (vinte)


Lembrando que o problema não é particularmente na capital capixaba é em todo país.


A verdade é que não estávamos preparados para receber tamanha demanda. 


Urgentemente terá que ser feito algo por elas. Pois em breve serão a maioria.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

CURSO PARA MOTOTAXISTAS


O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT),realiza em Cuiabá um curso de 50 horas com aulas teóricas e práticas para 65 mototaxistas. O curso é uma determinação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que baixou uma resolução, obrigando esses profissionais a fazerem um curso com objetivo de garantir a aquisição de conhecimentos, a padronização de ações e, consequentemente, atitudes de segurança no trânsito.
A resolução do Contran já foi publicada no Diário Oficial da União e, de acordo com o documento publicado, o curso será ministrado por órgãos de trânsito ou entidades e instituições autorizadas. Só serão reconhecidos os cursos específicos destinados a mototaxistas que tenham sido ministrados por órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito ou por entidades por eles credenciadas. Para fazer o curso, o mototaxista deve ter no mínimo 21 anos de idade, estar habilitado há dois anos na categoria “A”, não estar cumprindo pena de suspensão ou cassação da CNH e nem respondendo judicialmente por crime de trânsito.

Na aula teórica, os mototaxistas terão conhecimento de ética e cidadania profissional, noções básicas de legislação de trânsito, gestão do risco sobre duas rodas, segurança e saúde, transporte de pessoas e prática veicular individual específica. As aulas práticas serão realizadas na quinta e sexta (21 e 22.07). Os profissionais também terão de fazer aulas práticas de pilotagem profissional.
Fonte:Circuito Mato Grosso

segunda-feira, 18 de julho de 2011

COMPORTAMENTO É TUDO. NEM SE FOR RAPIDINHO!

Quando o fiscalizador se torna um infrator.                                                                    O comportamento é:
 olhar, comprimentar  e ir embora. 



Pois o infrator olha, entende a posição do fiscalizador, Pois também é infrator, e vai embora.

sábado, 16 de julho de 2011

Raiva é sinal de doença (comportamento no trânsito)




O analista de sistemas William Cruz, 37 anos, já recusou duas propostas de emprego porque teria que ir de carro. Não que ele não tenha habilitação. Mas, há cinco anos, não dirige a não ser em casos de extrema necessidade. A decisão foi tomada porque William percebeu que se transformava quando estava ao volante.
“Cheguei a ser perseguido por um maluco com a arma para fora da janela e a perseguir alguns outros para me vingar de uma fechada”, diz o ex-motorista agressivo. “Dirigir me tirava do sério e me transformava em outra pessoa. Cheguei a ter ataques de fúria, aliviados com socos no volante e gritos de raiva com a janela fechada, por frustração de estar parado.”
Ele deixou o carro pela bike, e os sintomas passaram. “Dirigir em São Paulo é o caminho para a insanidade ou o infarto precoce”, afirma. “Quando comecei a usar a bicicleta na rua me curei disso, porque percebi o quanto as vidas fora do carro eram frágeis e o quanto aquele comportamento as colocava em risco.”
William não está sozinho e qualquer motorista nas grandes cidades pode comprovar isso – dentro ou fora de seu carro. Ao volante, perdemos a cabeça e fazemos coisas que jamais faríamos em juízo normal. De acordo com a Polícia Militar de São Paulo, 70 chamadas diárias são para resolver brigas de trânsito. Mas o que transforma cidadão em monstros ao volante?
“A raiva vem frustração e falta de respeito pelos outros. É um estado emocional que vem como uma explosão na mente e no corpo”, diz Leon James, professor de psicologia da Universidade do Havaí que especializou-se em stress no trânsito. Ele explica que quanto mais um motorista fica remoendo um incidente no trânsito e pensando nisso, mais está predisposto a ter um ataque de fúria. “Eventos negativos no trânsito são o gatilho da sensação de raiva, que fazem o motorista ter a sensação de que a culpa é do outro, que o outro é sempre culpado por seu atraso ou erro”.
Pode parecer que é só o jeito mais “pavio curto” de algumas pessoas, ou que o trânsito é assim mesmo, mas chegar ao ponto de brigar com desconhecidos no trânsito pode ser uma doença grave. “A maioria dos indivíduos agressivos no trânsito é portador de transtorno explosivo intermitente (TEI), segundo estudos internacionais”, diz a psicóloga Maria Christina Armbrust Virginelli Lahr. “O ambiente é um desencadeador.” De acordo com ela, cerca de 6% da população mundial sofre do transtorno. “A relação do TEI e com o trânsito é estudada há mais de 60 anos, pelo risco de saúde pública.”
De acordo com a psicóloga, as pessoas não procuram tratamento porque acham que é normal. “Mas essa agressividade afeta a vida delas, pode trazer prejuízos pessoais, profissionais”, afirma Maria Christina. “O agressivo se sente vítima de injustiça, tem incapacidade mental de lidar com frustração e não suporta ser criticado. Nunca houve tantos estímulos para o TEI se manifestar”, afirma a psicóloga. Para piorar, a sensação de anonimato no trânsito favorece o sentimento de hostilidade pelo outro.
Para ela, existem pessoas que não poderiam sequer ter carta de habilitação. “A avaliação psicológica do candidato é falha. O psicotécnico por si só não consegue identificar quem é apto a enfrentar o trânsito”, afirma. De quebra, quem comete infrações e se mostra incapaz de se integrar socialmente com seu veículo no trânsito com outras pessoas não é suficientemente punido. “Não tem contenção para essas pessoas, que se tornam uma arma contra ela e contra os outros”, diz Maria Christina.

Problemas de infra-estrutura
Mas o transtorno não acomete a todos que perdem a cabeça. Leon acredita que a direção agressiva é um mau hábito que tem cura. A raiva desproporcional que tira as pessoas do sério no trânsito é comum em grandes cidades e tem até uma expressão em inglês: “road rage”.
Diante de níveis alarmantes dessa doença social, São Paulo tem adotado medidas para minimizar caos no trânsito, como reduzir a velocidade das vias. Isso porque a forma como a cidade está organizada também faz diferença no gatilho da raiva: entre os fatores que Maria Christina elenca, está o mau estado de conservação das ruas e estradas, a falta de iluminação, a falta de controle dos agentes de trânsito, a negligência com os próprios erros, carros obstruindo os cruzamentos, a pressa.
Há uma explicação antropológica também. “Ter uma infraestrutura funcional e limpa faz você dirigir melhor. É como entrar na casa de uma pessoa: se é asseada e organizada, você é conduzido ao comportamento educado”, afirma o antropólogo Roberto da Matta, autor de “Fé em Deus e Pé na Tábua”, sobre o comportamento do brasileiro no trânsito.
O antropólogo acha absurdo dados como as 70 brigas diárias registradas pela PM. “Isso nos diz que o espaço público brasileiro precisa ser politizado, no sentido de uma tomada de consciência para esses comportamentos absurdos”, afirma. “Somos alérgicos a igualdade. O sinal vale para todos, no cruzamento existe uma regra para dar passagem. Mas não somos educados para obedecer isso. No Brasil, desobediência é um sinal de inferioridade, quem obedecia era o escravo. Quem manda não obedece. Numa sociedade democrática, todos mandam e obedecem.”
Autocrítica

Essa sensação de ser justiceira no trânsito já fez parte da vida da designer Priscila Moreno, 28 anos. Ela acumulou tantos pontos que perdeu a carteira em seis meses. “Brigava muito, com todo mundo. Adorava ‘disciplinar’ os outros, impedindo ultrapassagens pela direita, por exemplo.” Ao mesmo tempo, abusava da velocidade quando não estava com o filho a bordo. Priscila bateu o carro da mãe três vezes e duas o do ex-marido. “Nunca feri ninguém por sorte”, diz. Priscila ainda é apaixonada por velocidade, mas trocou as quatro rodas por duas sem motor. Agora, ela policia os próprios comportamentos e não esquece que tem um filho para criar. “Comecei a fazer terapia também.”
Os especialistas são unânimes: falta olhar para o próprio comportamento. É como se a culpa fosse sempre do outro, e isso justificasse o comportamento agressivo. “Numa sociedade liberal e democrática, você trata o outro como gostaria de ser tratado”, afirma da Matta. Ele explica que por trás de frases como “mulher no volante, perigo constante”, ou “só podia ser um velho mesmo”, estão estereótipos que precisam ser discutidos e desmanchados. O brasileiro também tem uma relação enviesada com o espaço público, e não sabe se comportar com o coletivo. “É uma terra de ninguém onde existe uma disputa para hierarquizar”. Como é impossível saber quem está atrás do volante do lado, por via das dúvidas é melhor evitar a briga.

Post indicado por leitor.

Matéria toda postada no seu original. (exceto a imagem)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

TRÂNSITO É COMPORTAMENTO E RESPEITO

DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA

Art. 26. Aos usuários das vias terrestres devem:

I – abster-se de todo ato que possa constituir perigo ou obstáculo para o trânsito de veículos, de pessoas ou de animais, ou ainda causar danos a propriedade pública ou privadas;

Quem é que deve abster-se de todo ato que possa constituir perigo ou obstáculo para o trânsito em geral?

Todos que fazem uso das vias terrestres.

O Código de Trânsito Brasileiro – CTB requer aos usuário das vias terrestres um comportamento seguro, correto e consciente.

O que são vias terrestres.


O que é via terrestre?

Segundo o próprio Código, via terrestre é a superfície por ande transita veículos, pessoas e animais.

Compreende a vias terrestres:

pista de rolamento
acostamentos
calçadas,
passeios
ilhas, (obstáculo físico)
canteiros centrais.

Portanto, trânsito é comportamento. 
E quem tem que se abster-se de todo ato que possa constituir perigo ou obstáculo para o trânsito são todos os usuários das vias terrestres:
Pedestre, condutores, passageiros, proprietário de veículos e de animais.

Todos tem a responsabilidade de não constiuir perigo.

O motorista de dirigi imprudentemente está constituindo perigo ou obstáculo.

O pedestre que faz a travessia em qualquer lugar na via, está constituindo perigo ou obstáculo.

O animal solto na via está constituindo perigo ou obstáculo.

O veículo mal estacionado está constituindo perigo ou obstáculo.


O órgão ou entidade com jurisdição sobre a via, que deixa de sinalizar corretamente  ou manter a via em boas condições de segurança está constituindo perigo ou obstáculo.


Todo desrespeito é um ato imprudente. Toda imprudência é comportamental

sábado, 9 de julho de 2011

CNH SOCIAL

        




O Governo do Estado do Espírito Santo lança o programa social de Formação, Qualificação e Habilitação Profissional de Condutores de Veículos Automotores. A CNH Social é um programa de Governo que tem por finalidade facilitar o acesso à primeira habilitação nas categorias "A", "B" e "AB", e nos casos de mudança de categoria para as habilitações "D" e "E. 



O programa se destina a pessoas de baixo poder aquisitivo, com renda familiar de até dois salários mínimos. Podem se inscrever aqueles que estiverem comprovadamente desempregados há mais de 02 (dois) anos, beneficiários do Programa Bolsa Família, egressos do sistema prisional e alunos da rede pública de ensino que comprovem bom desempenho escolar.




Para participar do programa CNH Social, o candidato, além de pertencer ao público alvo, terá de atender aos seguintes requisitos estabelecidos pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB):
- ser penalmente imputável,
- saber ler e escrever, 
- possuir CPF, 
- Carteira de Identidade ou equivalente, 
- comprovar domicílio ou residência, no Estado do Espírito Santo,
- não estar judicialmente impedido de possuir a CNH.





A CNH Social será fornecida, gratuitamente, para cerca de 10 mil motoristas ao longo dos próximos quatro anos. O custo das carteiras será pago pelo Governo do Estado, por meio do Detran|ES, autarquia ligada à Secretaria de Estado dos Transportes e Obras Públicas (Setop). Nos quatro anos de programa, o custo da CNH Social será de, aproximadamente, R$ 17 milhões.



Em 2011, serão mil CNHs. As oportunidades, inicialmente, serão para os quatro municípios da Grande Vitória: 
Vila Velha, 
Serra, 
Cariacica,
Viana e 
Vitória.



Depois, o programa será estendido para o interior do Estado. Outras nove mil vagas serão disponibilizadas até 2014, distribuídas da seguinte forma: três mil em 2012, três mil em 2013 e outras três mil em 2014.



Cronograma 

As inscrições para o programa deverão ser feitas no site do Detran|ES (www. detran.es.gov.br) e devem acontecer de 20 de julho até 02 de agosto. De acordo com o cronograma previsto, os candidatos serão selecionados entre os dias 08 e 09 de agosto. Do dia 15 ao dia 26 de agosto, será realizada a comprovação da documentação e a lista dos aprovados deverá ser divulgada de 29 de agosto a 06 de setembro. 

Do total de vagas, 35% serão destinadas a desempregados há mais de 02 (dois) anos; 30% aos beneficiários do Programa Bolsa Família; 30% aos alunos da rede pública de ensino que comprovem bom desempenho escolar; e 5% para egressos do sistema penitenciário. 

Cinquenta por cento das primeiras mil vagas serão para a primeira habilitação e os demais 50% para mudança de categoria. Neste último caso, 80% serão para quem quiser obter a categoria "D" (ônibus) e 20% para categoria "E" (carreta).

Como se inscrever 

Os candidatos deverão acessar o site do Detran|ES (www.detran.es.gov.br), no qual o candidato preencherá um formulário com seus dados. O sistema vai selecionar os candidatos inscritos que serão chamados para comprovar os dados fornecidos. Uma equipe de técnicos do Detran|ES ficará responsável pela verificação dos documentos apresentados com os dados declarados. Por fim, os selecionados receberão uma autorização para procurar um Centro de Formação de Condutores próximo de sua residência e efetuar a matrícula. Caso o candidato fique reprovado na seleção ele terá direito a fazer uma nova prova. Se ficar novamente reprovado, ele só poderá entrar no programa outra vez depois de três anos.



Critérios de desempate:   



Desempregados - Já tiveram emprego formal  



- Maior tempo de desemprego


- Maior número de dependentes

- Menor renda familiar

- Candidatos com mais idade 
                        
Desempregados - Nunca tiveram emprego formal 

- Maior tempo de expedição da CTPS
- Maior número de dependentes
- Menor renda familiar
- Candidatos com mais idade



Bolsa família  

- Maior número de dependentes
- Menor renda familiar 
- Candidatos com maior idade



Estudante 

Maior média escolar  
- Menor número de repetência
- Freqüência escolar (menor número de faltas) 
- Maior quantidade de dependentes 
- Candidatos com mais idade

Ex-presidiários 

- Maior tempo de desemprego, após a liberação do sistema penitenciário
- Maior número de dependentes 
- Menor renda familiar
- Candidatos com maior idade



A primeira habilitação está em entre R$ 1.000,00 a 1.500,00

O INSTRUTOR DE TRÂNSITO E O CREDENCIAMENTO JUNTO AO ÓRGÃO

O CREDENCIAMENTO DO INSTRUTOR DE TRÂNSITO E A RENOVAÇÃO. Em alguns órgãos executivo estadual de trânsito, tem a praxe de todo ano, ...